30 de mar. de 2020

[VOCÊ SABIA?] - Entenda como os brinquedos de Transformers "ganham vida"!

Saudações Cybertronianas...



Transformers. Talvez não haja um brinquedo mais emblemático, especialmente se você era criança nos anos 80 ou 90. Talvez você tenha, até hoje, memórias de fazê-los virar um carro e depois um robô de novo. Mesmo assim, o processo de criar um Transformer do zero é muito mais complexo do que você imaginava (ou tão complexo quanto você imaginava, se você brincava muito com eles quando criança).

Nós tivemos a sorte de dar uma olhada nos bastidores e ver como todos os Transformers – do Optimus Prime ao Megatron – são imaginados, projetados e trazidos à vida.


Como os Transformers são criados? Parece que da mesma forma que humanos: encaixando partes do corpo com algum esforço. Pelo menos, foi assim que fizeram o diretor sênior de design, Josh Lamb, e o designer de produtos, Lenny Panzica, enquanto nós nos sentamos com eles numa oficina do QG dos Transformers em Providence, Rhode Island (EUA), e começamos a desmontar Zoids e Transformers.

O design dos robôs


A sede da Hasbro abriga as equipes de design responsáveis por alguns dos brinquedos mais populares do mundo: Star Wars, Marvel, My Little Pony, até Scrabble e Monopoly. Estamos numa sala de conferências, longe dos escritórios onde são projetados centenas de brinquedos todo ano, e uma equipe acaba de definir a evolução de alguns novos Beast Hunters Transformers, da concepção até os modelos finais. Esse processo começou, como quase tudo, com o desmonte de um batalhão de robôs antigos.


A única coisa que Lamb e Panzica, que comandaram o design dos Beast Hunters, sabiam com certeza era que os robôs tinham que ser, bem, bestiais. O resto era tranquilo. Então eles desmontaram as gerações anteriores de Transformers — todos pintados de cinza, para trabalhar apenas com a geometria das peças — e montaram Frankensteins, que seriam as novas criações. Uma cabeça de Zoid pode acabar no corpo de um Optimus antigo, ou os braços de um Starscream podem ir parar num corpo com cabeça de Tyrannosauros e cauda de dragão. Sim, é tão divertido quanto parece.

O robô vem por último: “Primeiro você define o modo alternativo (veículo ou animal), e depois volta para o robô”, explica Panzica. “Com uma transformação normal, você sabe o básico. Os pneus podem dobrar para trás e revelar os pés, ou você pode colocar o tronco dentro da cabeça para a forma de robô.”


Isso significa desenhar livremente como você quer que sejam as duas formas, e o mais importante: quais características você vai incluir e como estes mecanismos vão funcionar.



“Para o Predaking, nós íamos originalmente ter um lança-chamas para o dragão, mas ele se tornou um problema mecânico na forma robô”, diz Panzica. “Então, começamos a pensar, o que é melhor que um dragão que lança fogo pela cabeça? Um dragão com três cabeças!” E foi assim que o robô-dragão passou a ter três cabeças em vez de uma. Isso nos faz ter em mente que, apesar de todo o trabalho no design — tanto Panzica quanto Lamb passaram pelo concorrido programa do Fashion Institute of Technology Toy Design — eles ainda são, em sua essência, brinquedos para crianças com muita imaginação, que não vão questionar a lógica de o dragão de Cybertron ter tantas cabeças.


Panzica está há tanto tempo nisso que ele sabe intuitivamente quais peças combinam com certo lugar. Por exemplo, quando ele estava projetando o Predaking, ele sabia onde iria a cabeça e que a cauda poderia ser usada como arma — assim como as cabeças adicionais — e em qual posição os braços e pernas estariam. O tronco do modo robô se transforma nas costas do modo alternativo, as asas podem continuar sendo asas; estas são coisas você intui facilmente enquanto brinca com um Transformer, mas é preciso muito conhecimento antecipado para juntar dois designs separados.
Fazendo funcionar.


A Hasbro trabalha de perto com a respeitada fábrica de brinquedos Takara Tomy, com quem tem uma parceria desde 1984, quando as duas trouxeram pela primeira vez os Transformers para os EUA. A Takara manuseia a engenharia das peças, assim como a escala e as articulações, mas o processo de design vai e vem entre Japão e EUA.

A estética e os conceitos do design são feitos na Hasbro, mas a Takara é a CPU que processa os números para fazer essas coisas funcionarem de verdade. Os Triple Changers, anunciados recentemente na Toy Fair, por exemplo, são produto da maestria da empresa japonesa. Triple Changers são Transformers com três formas, em vez das convencionais duas, e são tradicionalmente uma dor de cabeça para os engenheiros – é fácil entender o motivo.

“Eles levam o dobro de tempo para serem desenvolvidos, em comparação com um Transformer normal”, diz Lamb, que está na Hasbro desde meados dos anos 90, quando Kenner e a linha Star Wars foram adquiridas. “Geralmente, você tem dois modos que são ótimos, e o último, é, bem, ele funciona. Aqui não. Todos os três são incríveis.”

De fato, os problemáticos Triple Changers — e especialmente o novo Metroplex de 60cm — eram tão bons que foram aprovados pelo lendário guru dos Transformers, Hideaki Yoke (Yoke-san para os nerds), que ainda dá uma passadinha para avaliar as novas criações.
Peça por peça (por peça).


Isso não quer dizer que a Takara faz sozinha a parte da montagem; na verdade, a colaboração aumenta ainda mais. O funcionário correspondente a Panzica na empresa japonesa, por exemplo, pode enviar uma proposta de remover uma junção que não pareça necessária, ou adicionar um milímetro de profundidade a uma peça que sofrerá uma quantidade particular de esforço durante a transformação. Os floreios do design entram aqui — o antebraço precisa de mais espetos? — e a complexidade dos moldes individuais fica mais ou menos definida. Ou talvez Lenny queira mudar uma parte de plástico ABS — o plástico padrão e colorido que consegue resistir aos caprichos de um moleque comum — e trocá-lo por PVC. Materiais importam, e para os Transformers, importam mais que para a maioria dos brinquedos.

As peças são definidas no que é chamado de colapso de moldes, que mostra todas as peças que vão no brinquedo. Eles dividem tudo por material, tipo de molde e cor. Os designers da Hasbro e Tanaka vão, então, se debruçar sobre as peças desmontadas durante vários dias, até resolver como fazer o brinquedo mais legal e divertido e com a melhor qualidade sem precisar usar tantos materiais, já que isso faria com que um Transformer custasse o mesmo que um PlayStation.


Pode parecer uma fase chata — ficar fazendo contas e mexendo com números para lá e para cá, mais ou menos — mas este é o verdadeiro xis da questão de se fazer brinquedos que não sejam um lixo. Se você escolher o tipo errado de plástico para um braço, ou deixar uma asa muito fina, as crianças vão reclamar. “Quando você era uma criança, você sabia qual dos seus brinquedos era bem feito e qual era meio ruinzinho”, diz Lamb. “Nós fazemos nosso melhor para criar brinquedos de qualidade.”

“Nós estamos sempre atentos à quantidade de moldes que usamos, com quanto plástico, quantas cores, até mesmo com qual o tamanho da embalagem”, conta Lamb. “Cada um desses fatores acrescenta custos, e mesmo que nós tenhamos que, obviamente, cortar custos, nós fazemos o possível para assegurar que você nunca pegue um Transformer que pareça barato.”

É por isso que você não vai ver um Transformer de metal em breve, a não ser uma possível edição limitada para colecionadores. Eles são muito caros de fabricar. “Nós tentamos usar metal e miniaturas, mas o custo foi para o espaço”, relata Lamb. Ele indicou que algumas edições limitadas metalizadas a vácuo podem aparecer em breve, mas não espere grandes mudanças nos materiais da linha principal dos Transformers. “Nós faremos novos plásticos para resolver problemas”, diz, “mas nunca destacamos isso”.
Autobots, transformar e rodar!

Uma vez que tudo isso tenha sido decidido, os planos vão para o estágio de modelagem. Isso significa que é hora de construir de fato os brinquedos.

Nesta fase, o Transformer está quase completo. É feito um desenho em CAD para conferir se a transformação irá funcionar. Mas, ao contrário de outros bonecos e brinquedos, que precisam de um escultor para fazer todos os detalhes, os protótipos de Transformers literalmente são feitos na oficina da Hasbro. É uma fabrica antiga, onde alguns dos primeiros bonecos G.I. Joe foram manufaturados, e agora permanece como uma espécie de incubadora para protótipos de brinquedos. Nós vamos dar mais detalhes sobre ela mais tarde, mas por enquanto é suficiente dizer que ela usa alguns dos equipamentos de impressão 3D do mundo, de máquinas de fabricação de joias adaptadas a outras especialmente desenhadas que fazem de tudo para fabricar peças com a mesma facilidade com que a impressora do seu escritório imprime relatórios.

Depois que um protótipo é totalmente montado, ele vai para dois lugares. Primeiro, para uma montadora de modelos, que vai analisar todas as funcionalidades. Se alguma coisa estiver meio solta ou se o brinquedo inteiro estiver meio desconjuntado, ele mexe no CAD e testa novamente. É basicamente uma fase de teste individual.

Depois disso, ele vai para Mark Maher, que pinta manualmente cada modelo mestre de Transformer antes que ele vá para a produção em massa. A figura na parte de trás de cada caixa? Foi pintada aqui em Providence. Mais tarde nós falaremos mais sobre Mark, um antigo grafiteiro, mas ele é talvez o maior fanboy de todo o complexo. Ele mal podia esperar para ficar em frente à câmera, abaixar a gola de sua camisa e mostrar para todo mundo o logo do Autobot tatuado bem sobre seu coração.

E a partir daqui, o protótipo vai para as fábricas. Os brinquedos são produzidos em outros lugares, tão bons quanto este; neste ponto, todo mundo em Providence já está concentrado em começar todo o processo de novo.
A opinião de crianças de cinco anos

Os designers de Transformers na Hasbro normalmente trabalham em 200 modelos por vez, desde produtos que serão lançados no mesmo ano a outros que só estarão disponíveis em dois ou três anos. “Nós estamos prevendo o que será brinquedo para as crianças em 2015”, diz Lamb. Isso não é fácil.

De fato, já é difícil o bastante descobrir do que as crianças gostam hoje. Para isso, a Hasbro montou o que ela chama de “Fun Lab”, em Providence. Crianças das escolas e creches locais são trazidas para cá — depois de seus pais assinarem rígidos acordos de não-divulgação — e recebem brinquedos do futuro para fazer uma farra. Há uma estrutura pré-definida nessas sessões, mas, em sua maioria, elas giram em torno de uma ideia bem simples: descobrir o que é divertido.

O processo de design aprende bastante com o que acontece nessas sessões de brincadeiras. Se um grupo de crianças concorda que os Transformers animais têm dentes incríveis ou que os jatos de combate sem mísseis são idiotas — estes são “padrões de brincar”, no jargão dos profissionais dos brinquedos — Lenny será abastecido com estas informações. São grupos de foco, mais ou menos, mas com as únicas audiências que são qualificadas para dar respostas — E aí, esse brinquedo é legal ou não é legal? — em vez de uma sala cheia de adultos que têm um tempinho livre durante o dia.

É quase como seria uma Fantástica Fábrica de Brinquedos do Willy Wonka. Quase. “O que acontece se uma criança assina o acordo e depois conta pra alguém?”, um estudante perguntou para um assessor de relações públicas da Hasbro, em seus primeiros dias no emprego (funcionários da Hasbro são sempre alvo disso). “Nós processamos”, brincou comigo o representante, sem alterar o tom de voz. Isso soa extremo, mas quando você considera que todo produto futuro da empresa está sendo revelado para um monte de criança tomando Toddynho, você meio que entende.

Nós não recebemos permissão para entrar no Fun Lab quando visitamos a fábrica porque eles não estavam preparados para nossa chegada. Pedimos se podíamos desligar as câmeras e só colocar a cabeça dentro do lugar para dar uma olhadinha, mas não teve acordo. O segredo chega a esse nível. “As coisas que estão sendo testadas ali não serão lançadas até 2015, 2016”, me contou um assessor. Esse é um ponto crucial para os Transformers, em particular.

Então, como serão os Transformers da próxima geração? De um modo geral, os Transformers serão feitos da mesma maneira que os do passado: descobrindo o que funciona, o que é divertido e como equilibrar essas duas coisas de um modo perfeito para a recreação.

23 de mar. de 2020

[CROSSOVER] - Preview da HQ Nr 1 de Transformers vs Exterminador do Futuro

Saudações Cybertronianas...
Imagens: Seibertron


Para que leu as matérias falando sobre o Multiverso e Megaverso Transformers, não irão se surpreender ao ver os robôs cybertronianos inseridos na realidade de outras franquias, criando uma infinidade de novas possibilidades espaço-temporais: Transformers/Vingadores, Transformers/Caça-Fantasmas, Transformers/Star Trek, Transformers/My Little Pony, Transformers/Angry Birds e etc.

A mais recente fusão de universos, é o crossover Transformers vs Exterminador do Futuro. E para termos uma ideia de como será esse confronto, foi divulgada um Preview no primeiro número da nova HQ.













Essa não é a primeira vez que vemos a franquia de Exterminador do Futuro mesclada a outros universos. Na década de 1990, tivemos alguns personagens icônicos confrontando os maléficos robôs futurísticos, tais como: Superman, Robocop, Aliens e Predador.

  

22 de mar. de 2020

[STOP MOTION] - Abertura do clássico desenho animado dos anos 80 é recriada utilizando Toys

Saudações Cybertronianas...



Após mais de 8 meses trabalho, Lazy Eyebrow Reviewer recriou a abertura do clássico desenho animado dos Transformers da década de 80, utilizando figuras Masterpieces e o resultado ficou realmente impressionante.




Para os old fans e até mesmo para os fãs mais jovens que curtem os desenhos clássicos, ver a abertura recriada com essas figuras é de "encher os olhos".

17 de mar. de 2020

[TRANSFORMERS RUN] - Corrida com temática Transformers é adiada devido ao surto de Coronavírus

Saudações Cybertronianas...
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Em virtude do surto de coronavírus em todo o mundo, a Sagaz Esportes, empresa responsável pela organização da TRANSFORMERS RUN emitiu um comunicado informando o adiamento da corrida.

Leia abaixo a transcrição do comunicado divulgado na Página Oficial do evento no Facebook:

Amigos, entendemos que a saúde e o bem estar das famílias e atletas que querem estar na prova é nossa prioridade, por isso, diante da situação que estamos atravessando devido ao Novo Coronavírus, a Sagaz Esportes irá seguir as recomendações dos Governo do Estado de São Paulo e a Federação Paulista de Atletismo, adiando todos os eventos até maio de 2020. Dessa forma, está adiada a prova Transformers Run, antes programada para o dia 19/04/2020.
A nova data está sendo avaliada e iremos informar a todos através das nossas redes sociais, site oficial, portal de inscrições e e-mail marketing. 
Dúvidas sobre a sua inscrição mande um e-mail para, sac@ticketagora.com.br, caso tenha feito a inscrição pelo Ticket Agora ou através do e-mail sac@ativo.com.br, caso tenha feito a inscrição pelo Ativo.com. 
Agradecemos a eventual compreensão de vocês e esperamos encontrá-los na nova data.
Como visto a organização da corrida ainda não possui uma nova data estabelecida, mas a equipe do Transformers Dioramas - Brazilian Fansite está acompanhando periodicamente as publicações referentes a esse evento, com o intuito de trazer mais informações para aqueles que já compraram seus kits ou que para quem ainda está querendo participar da TRANSFORMERS RUN dada a divulgação da nova data do evento.

[HASBRO] - Brincadeira & Entretenimento com Propósito

Saudações Cybertronianas...





Durante a ABRIN/2020, ocorrida de 8 a 11 de março de 2020, no Expo Center Norte (São Paulo/SP), a Hasbro divulgou em seu estande um importante comunicado explicando a nova política socioambiental adotada pela empresa a partir dessa ano de 2020:




A partir de 2020, a Hasbro começará a diminuir o plástico das embalagens dos novos produtos como elásticos, saco plásticos e papel filme. O foco da companhia é também eliminar todo o volume de plásticos dos novos produtos, até o fim de 2022.



Para os colecionadores que guardam as embalagens de suas figuras, essa notícia é significativa, pois implicará em novos tipos e formatos de blisters. Questionamos se havia algum informação sobre novos formatos de embalagens de Transformers, mas não havia qualquer informações sobre isso até o momento.


12 de mar. de 2020

[ABRIN/2020] - 37ª Edição da Feira apresenta as novidades Transformers que serão trazidas para o Brasil esse ano

Saudações Cybertronianas...




Como de se esperar a Hasbro partícipou da 37ª edição da maior feira de brinquedos da América Latina - que ocorreu de 8 a 11 de março de 2020, no Expo Center Norte - e o Transformers Dioramas - Brazilian Fansite esteve presente no estande da empresa para conferir as novidades sobre a franquia que serão trazidas às prateleiras brasileiras ainda esse ano.


Com a iminência do lançamento da nova série Transformers: War for Cybertron (Siege) pela NETFLIX, no primeiro semestre desse ano, a linha de brinquedos de mesmo nome continuará sendo comercializada no mercado nacional, com o reforço de outras da mesma linha que ainda não haviam chegado por aqui.

 












Aproveitando o lançamento da série também chegarão ao mercado as figuras Transformers: War for Cybertron (Earthrise), nome - inclusive - da 2ª temporada que dará continuidade as histórias narradas em Siege. Vale lembrar que tanto as figuras de Siege quanto as de Earthrise apresentam visual baseado na G1, com destaque para a sublinha mais recente no qual as figuras virão com detalhes de danos de combate (sujas, arranhadas, com marcas de queimaduras, tiros, etc.).















Aproveitando o sucesso da série animada Transformers: Cyberverse, que entrará em sua 3ª temporada esse ano, as figuras da linha que leva o mesmo nome do programa também continuarão no mercado, trazendo ainda a esperada linha de figuras Buit a Figure. Cada figura dessa sublinha traz uma peça de um Transformers que ao final, completada e juntadas todas elas, dão luz o personagem Maccadam.  Embora, infelizmente a figura seja um action figure, ou seja, não é transformável, vale a pena tê-la na coleção por ser esse Transformers um icônico e misterioso cybertroniano.













Duas figuras de uma nova sublinha Battle Call, ligada a Transformers: Cyberverse, que chegarão às prateleiras brasileiras, por certo irão despertar o interesse de colecionadores de todas as idades e gerações, pois se transformarão atendendo a comandos de voz e emitirão frases tudo já em Português.





Nem mesmo os mais pequeninos ficarão de fora, pois a Hasbro continuará trazendo na linha Playskool, os personagens do desenho infantil Transformers: Rescue Bots - Academy e que também está entrando em sua 3ª temporada.








Já linha Evergreen - linha que criada para licenciamentos em geral e que não precisaa ser atualizada com grande periodicidade - terá também algumas figuras simplificadas dos personagens Bumblebee, Optimus Prime, Grimlock e Megatron, especificamente voltadas para o público infantil.


















Por fim, teremos ainda diversos outros produtos licenciados com a marca Transformers, variando desde escova de dentes a copos, canecas plásticas, diários, garrafinhas e etc.
















A previsão é de que todos as figuras e produtos já estejam à venda no Brasil, já a partir do início do mês de Abril/2020.

TRANSFORMERS

 
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