16 de ago de 2019

[TRANSFORMERS MULTIVERSE] - Outros Universos e Outras Timelines

Saudações Cybertronianas...
Colaboração: Ian Melo
"Você sabia que existem mais de quinze quatrilhões de universos concorrentes? É verdade!"


Universal Continuum

O TRANSFORMERS MULTIVERSE consiste em um grande número de universos e timelines, milhões dessas realidades coexistindo em fluxos temporais únicos, ou seja, todos os universos existem temporalmente de forma simultânea. Entre essas correntes, fora do tempo e do espaço, existe o vazio interdimensional conhecido como Transwarp




Se observarmos atetamente as aberturas dos desenhos animados e animações de Transformers ao longo do tempo, podemos perceber que nela vemos apresentados diversos universos e timelines, servindo cada uma delas como uma comprovação da existência do TRANSFORMERS MULTIVERSE.



Em uma escala cósmica, a viagem entre universos é comparativamente rara, mas existem certos grupos e indivíduos dedicados a monitorar, mover-se entre e/ou proteger os muitos mundos do TRANSFORMERS MULTIVERSE, tais como Vector Prime, Ramjet os Alternities e seus sucessores, os Planicrons, os TransTechs e os Autobots do Cloud World.

VECTOR PRIME


Vector Prime é o guardião do tempo e do espaço designado por Primus. Embora a história registrada tenha 25 milhões de anos, ele afirma ter 9 bilhões de anos, tornando o um dos Treze Primes. Vector Prime é tão antigo que, em muitas linhas do tempo, os locais o chamam de "o Primeiro Autobot". Apesar de sua idade, Vector Prime é muito poderoso e pode distorcer o espaço e o tempo, entretanto o uso excessivo o enfraquece severamente. Os poderes de Vector Prime permitem que ele atravesse o multiverso à sua vontade e registre eventos em um número incontável de realidades.

ALTERNITY

Alternity Convoy (Optimus Prime)
Alternity Megatron

A Alternity (Alternities no plural) é uma forma altamente evoluída da vida cybertroniana. Eles são seres gestalts, existindo no espaço de dimensões superiores, cada um formado a partir da combinação das variações infinitas de um indivíduo singular que existe em todo o multiverso. Indivíduos são convidados a se tornarem parte da Alternity, quando juntam a inteligência coletiva do ser combinado, enquanto ao mesmo tempo retêm sua individualidade, tornando-se efetivamente todas as encarnações do ser ao mesmo tempo, permitindo que a Alternity exista. através de um número infinito de fluxos universais simultaneamente.

Para interagir com o mundo físico, os Alternities criam os denominados auto-avatares, que são comparáveis em capacidade aos Cybertronianos de muitas linhas e realidades, mas são mais avançados tecnologicamente. Em suas formas nativas, elas são compostas de Alternium, um material de dimensão superior que ressoa com as encarnações do ser da realidade em que estão e que faz parte de sua gestalt.







Originários do fluxo universal Primax 903.0 Beta (também conhecido como Binaltech Asterisk), manipular a Linha do Tempo é, no melhor dos termos, uma "proposta arriscada" para os Alternities, devido a questões de causalidade. Como resultado disso, agentes conhecidos como Protectors são empregados para lidar com ameaças às realidades. Esses agentes não são Alternities, o que evita criarem os chamados paradoxos espaço-temporais.

Acreditava-se que em sua maioria Autobots e Maximals, mas algum tempo depois, descobriu-se que existem inúmeros Decepticons nesse universo, tais como Megatron, Galvatron, Banzaitron, Shockwave, Ravage e muitos outros.


PLANICRONS


Os Planicrons são nativos do universo conhecido como Flatworld, uma versão bidimensional do universo dos Transformers. Como resultado da tentativa de evoluírem para além de sua existência bidimensional, eles se tornaram os primeiros Transformers a realmente alcançar o mantra da raça de "Até que todos sejam um!" - as teorias super-espaciais e a tecnologia de dobra que desenvolveram para comunicação simples, acabaram por fundir toda a raça numa só consciência gestáltica, que por sua vez se ligou às próprias forças de seu próprio universo. Juntos, os Planicrons fundidos se tornaram um fenômeno cósmico vivo, a encarnação de sua própria realidade, apelidada de "Cosmic Driver". O passo seguinte em sua evolução seria ir além da existência bidimensional, para os mundos de cima, mas como os universos acima já estão habitados, a extrusão da vida bidimensional neles freqüentemente causam pertubações em um níveis fundamentais nos conceitos dimensionais cruciais no cotidiano das espécies tridimensionais. Essa interferência, apesar de sutil, chamou a atenção de Megatron (G1), que acabou descobrindo a existência desse de universo tão singular.


A fim de evoluir para além dimensão bidimensional, os Planicrons sabiam que era necessário passar por uma "portal" específico para um universo mais elevado (tridimensional). Infelizmente, eles não tinham ideia de qual universo esse portal poderia ser encontrado. Alternando suas formas para forçar a saída do fluxo universal bidimensional, os Planicrons conseguiram entrar no universo Primax 905.0 Beta, utilizando um artefato (tablet) tecno-místico encontrado em um museu de arte de seu próprio universo (Flatworld). No entanto, eles haviam selecionado incorretamente a forma de entrada nesse novo universo e sua incursão interrompeu a operação da própria linguagem escrita no Binaltech Asterisk, atraindo a atenção tanto da Alternity quanto do Megatron Aggregate (Alternity Megatron), causando uma distorção que destruiu o tablet tecno-místico, impedindo assim a entrada dos Planicrons naquele universo.

Além do TRANSFORMERS MULTIVERSE está o TRANSFORMERS MEGAVERSE, uma coleção maior de universos principalmente não relacionados, mas ainda estreitamente conectados aos Transformers.


Para além do Megaverse, temos ainda o TRANSFORMERS OMNIVERSE, contendo todas as muitas realidades que existem através do infinito, desconectado dos Transformers.


Sobre o TRANSFORMERS MEGAVERSE e TRANSFORMERS OMNIVERSE falaremos em uma próxima matéria, trazendo diversas curiosidades sobre essas realidades alternativas tão distintas.

30 de jun de 2019

[GIBIS] - Capas das Revistinhas em Quadrinhos dos Transformers da Rio Gráfica Editora (RGE)

Saudações Cybertronianas...
Créditos (Capas): Guia dos Quadrinhos
Colaboração: Deivison Samuel
Agradecimentos: Gilberto Hazan

Em 1985 foi lançado nos EUA, pela Marvel Comics a revista em quadrinhos Transformers - que viria a se tornar um dos ícones infantis da década de 80 - mas chegando aqui em formato gibi pela editora Rio Gráfica Editora (Novembro/1985 a Outubro/1986), num total de 12 revistinhas. Embora, a maior parte dos nomes que conhecemos hoje tivessem sido alterados pelos tradutores brasileiros da Rio Gráfica Editora, no intuito, de melhor serem aceitos e fixados pelo público infantil da época.

Os Autobots foram chamados Optimus e os Decepticons receberam a denominação de Malignus. Já os Dinobots receberam o nome de Robodinos. Bumblebee era conhecido nas revistinhas como Furão e o Líder Optimus Prime fora chamado de Supremus Absolutus. E as bizarras traduções e adaptações chegaram até outros personagens, como: Ratchet [Trinco], Ravage [Selvagem], Cliffjumper [Saltador], Prowl [Espreitador], Brawl [Brigão], Hound [Rastreador], Laserbeak [Bicolaser], Shockwave [Onda de Choque], Gears [Engrenagem], Buzzsaw [Serra]; e até mesmo aos personagens humanos Buster Witwick [Buster Centelha] e "Sparkplug" Witwicky [Bob Centelha]; dentre muitas outras.

A seguir trouxemos para os fãs saudosistas e apresentamos para os da nova geração as capas dessas 12 edições clássicas, publicadas na seguinte ordem:

TRANSFORMERS Nº 1 - NOVEMBRO/1985

TRANSFORMERS Nº 2 - DEZEMBRO/1985 

TRANSFORMERS Nº 3 - JANEIRO/1986

TRANSFORMERS Nº 4 - FEVEREIRO/1986

TRANSFORMERS Nº 5 - MARÇO/1986

TRANSFORMERS Nº 6 - ABRIL/1986

TRANSFORMERS Nº 7 - MAIO/1986

TRANSFORMERS Nº 8 - JUNHO/1986

TRANSFORMERS Nº 9 - JULHO/1986

TRANSFORMERS Nº 10 - AGOSTO/1986

TRANSFORMERS Nº 11 - SETEMBRO/1986

TRANSFORMERS Nº 12 - OUTUBRO/1986

Para aqueles que ainda não leram ou querem ler novamente os primeiros Gibis da década de 1980 - que aqui no Brasil foram publicadas pela Rio Gráfica Editora de Novembro/1985 a Outubro/1986 (Nr 01 ao 12), o Transformers Dioramas - Brazilian Fansite disponibilizou um link (no alto do lado direito do site) para uma PÁGINA ESPECIAL , na qual os fãs que viveram na "Era de Ouro" possam relembrar suas infâncias e aos mais novos saibam como surgiu o "mito" Transformers.

NOTA DO EDITOR: O TRANSFORMERS DIORAMAS - BRAZILIAN FANSITE não incentiva ou fomenta de forma alguma a prática da pirataria ou desrespeita os Direitos sobre Propriedade Intelectual de qualquer Pessoa Física ou Jurídica, e tampouco tem por intuito fazer merecer os créditos pela digitalização do material disponibilizado. Nosso único intento, é trazer de volta ao público brasileiro, a oportunidade de reler e reviver um período mágico, que surgiu a partir do lançamento dessas Revistas em Quadrinhos, e que tendo conquistado corações por todo o mundo, criou uma legião de fãs que passou a cultuar e colecionar os brinquedos e produtos ligados à franquia Transformers, dando forma ao fandom Transformers, universo este no qual também nós do Transformers Dioramas nos consideramos parte integrante.

28 de jun de 2019

[TRANSFORMERS VII] - Se o cronograma anunciado tivesse sido mantido, filme teria estreado Hoje (28 Jun 2019)

Saudações Cybertronianas...
Colaboração: Ian Melo

Em Setembro/2017 Katherine Bucklan, Senior Licensing Director EMEA (Hasbro Consumer Products), durante a Brand Licensing Europe 2017, anunciava que "o vasto Universo Transformers ser unificado de forma coerente, com o melhor de tudo que já foi lançado até hoje!" (sic). A fala fazia menção ao lançamento e Transformes VI e Transformers VII, com previsão de lançamento para 28 de junho de 2019 - de que as histórias até então contadas no cinema seriam unificadas de forma coerente com tudo o que já havia sido criado, a promessa de uma "combinação perfeita" de desenhos animados, animações, filmes, games, mobile games, Comics e etc.

A notícia causou grande alvoroço no fandom mundial, até que em Maio/2018 a Hasbro anunciou a remoção de Transformers VII. Caso o cronograma tivesse sido mantido e cumprido, em 28 de junho de 2019, ou seja HOJE, teríamos tido o lançamento desse filme.

Em meio as muitas decepções, nós ainda estamos esperançosos de um dia - Quem sabe?! - ver o vasto Universo Transformers ser unificado de forma coerente, com o melhor de tudo que já foi lançado até hoje.

8 de jun de 2019

[TÚNEL DO TEMPO] - Os Transformers da Estrela

Saudações Cybertronianas...
Créditos (Texto Original): David Nery - Nível Épico


Uma coisa que as gerações mais novas nunca irão entender é que já existiu um mundo sem internet. A disponibilidade e o acesso à informação não era tão vasto e fácil como é hoje. O que tínhamos era o que os meios de comunicação tradicionais como TV, rádio e mídia impressa nos oferecia. Quando o assunto era o mercado de brinquedos, ficávamos limitados ao que os grandes fabricantes da época jogavam no mercado. Tanto é que qualquer brinquedo importado, normalmente trazido por algum amigo ou parente que viajou ao exterior (o que, naquela época, também não era algo tão acessível como é hoje), se tornava o assunto do dia durante a hora do recreio. Tal situação era bem refletida com os Transformers lançados no Brasil.


A Estrela Brinquedos lançou em maio de 1985 a linha Transformers no Brasil. O licenciamento que a empresa fez com a Hasbro não permitia o uso da logo oficial da franquia Transformers, muito menos, as logos das facções. Além disso, como, nesta época, a série animada, os livros e revistas em quadrinhos ainda não haviam sido lançados, não houve nenhum tipo de preocupação em alinhar os brinquedos com essas mídias para as crianças associarem aos personagens e comprarem os itens. Com isso, a linha brasileira dos Transformers é praticamente um “frankenstein” misturando personagens da série oficial com brinquedos de outras linhas que sequer tinham relação com a mitologia dos robôs cybertronianos mas que, por se tratarem de carros que viram robôs, era o suficiente para ser considerado um Transformer aos olhos da Estrela.

A linha inicial dos Transformers da Estrela era composta por quatro tipos de robôs: os Robocars, os Saltman, os Bat-Robôs e os Eletrix. Os Robocars e os Saltman, das quatro categorias, eram os únicos personagens que eram, de fato, Transformers, porém, ao serem lançados no Brasil foram reduzidos a meros personagens genéricos com fichas técnicas traduzidas dos robôs que serviram de molde para eles.

Os Robocars eram compostos pelos seis robôs que a linha americana chamava de Minibots e representavam os personagens Bumblebee, Cliffjumper, Gears, Brawn e Windcharger e foram lançados aqui como Robocar Volks, Robocar Carrera, Robocar Pick-Up, Robocar Jipe e Robocar Camaro, respectivamente. O sexto personagem é a grande particularidade desta série, pois, se tratava de um robozinho cujo molde foi lançado na linha Microman da Takara no Japão (uma das linhas de brinquedos que serviu de base para os Transformers), porém, nunca foi lançado oficialmente pela Hasbro, apesar de ter sido vendido no mercado americano um lote deste personagem com a cartela do Cliffjumper, vacilada que a própria Hasbro nunca conseguiu explicar como aconteceu. O tal robozinho em questão foi lançado aqui como Robocar Sedan e ele fez do Brasil o único país do mundo a tê-lo como personagem oficial da linha Transformers na época. Outra grande particularidade da série Robocar é que, cada um destes seis robozinhos, foi disponibilizado com dois esquemas de cores cada, totalizando doze opções de personagens da linha Robocar, sendo que várias destas opções de cores também foram lançadas apenas no Brasil.


Outros personagens que foram lançados aqui usando modelos dos Transformers originais foram os Saltman, movidos à fricção em suas formas alternativas que, quando os soltávamos, eles vinham rodando e, em determinado momento, davam uma cambalhota no ar parando em pé na forma de robô. Os Saltman nada mais são do que os Autobots Top Spin e Twin Twist conhecidos como Jumpstarters, entretanto, vinham com dois esquemas de cores diferentes para cada modelo e se chamavam Saltman Z e Saltman X, respectivamente.


Ao contrário das séries anteriores, os Bat-Robôs não são personagens oficiais da linha Transformers. Na verdade, os moldes são de uma linha chamada Powertrons lançada pela empresa japonesa Fujisho. Nos Estados Unidos, foram lançados pela Ertl como Pow-R-Trons. Os Bat-Robôs possuíam dois modelos, Turbo e Pick-Up (originalmente lançados como Turboid e Distroid pela Fujisho) e tinham uma mecânica parecida com a dos Saltman, só que em vez de darem cambalhotas no ar, eles precisavam “bater” de frente em uma parede para se transformar em robô. Assim como os Saltman, cada modelo foi disponibilizado com dois esquemas de cores diferentes. Curiosamente, na mesma época em que foram lançados pela Estrela, uma de suas maiores concorrentes na ocasião, a Glasslite, lançou os mesmos robôs na linha Mutante, concorrente direta dos Transformers, batizando os de Crashtron, onde o Turbo se chamava Turborg e o Pick-Up se chamava Blocker. Cada um com outros dois esquemas de cores diferentes, mais legais até que os da Estrela, na minha opinião.


A linha Transformers brasileira também tinham os robôs chamados Eletrix, que consistiam em três modelos (Jipe, Esporte e Porsche nas cores azul, vermelho e preto, respectivamente) que se transformavam de carro para robô e vice-versa através de um controle remoto alimentado por duas pilhas AA e ligado aos carrinhos através de um fio. Os Eletrix, originalmente, são itens de uma linha de brinquedos japonesa chamada Remote Change Robo Series lançada pela empresa Yonezawa Toys. Ao contrário das séries anteriores, os Eletrix eram disponibilizados apenas com um esquema de cor cada, apesar de existirem rumores não confirmados de que o Eletrix Esporte também foi vendido na cor preta.


Já em 1986, com a série animada sendo exibida na TV e as crianças da época já sabendo a diferença entre um Autobot e um Decepticon, a Estrela, que vinha perdendo terreno para as linhas concorrentes Mutantes da Glasslite e os Converts da Mimo, teve que reagir. Como já mencionado antes, o licenciamento feito pela Estrela não envolvia o uso das insígnias e o nome das facções dos Transformers na linha de brinquedos, daí lançou no mercado a série Optimus x Malignus, que, nada mais eram do que os Robocars, com mais duas outras opções de cores cada (boa parte delas até exclusividade do mercado brasileiro) e, agora, divididos em facções, cada uma com uma insígnia criada exclusivamente para esta linha: Volks, Carrera e Sedan para o lado dos Optimus e Pick-Up, Jipe e Camaro para o lado dos Malignus. Os nomes das facções são baseados nas designações receberam nas publicações brasileiras, no caso, os Optimus representavam os Autobots e os Malignus são os Decepticons. Com exceção de um jogo de tabuleiro, nenhum outro item foi lançado na linha Transformers da Estrela após os Optimus x Malignus e, se for para colocar os motivos disso, seria mera especulação de minha parte.

Graças a estas particularidades da linha brasileira, colecionadores de Transformers do mundo todo olham os robozinhos da Estrela com respeito e a consagração disto veio em 2008 com a inclusão dos Malignus Jipe, Camaro e Pick-Up, além do Bat-Robô Turbo no universo expandido do Transformers Collector’s Club na história Withered Hope.





No ano seguinte, os personagens Volks, Carrera, Sedan e Furão (nome brasileiro dado ao Bumblebee nos quadrinhos nacionais), não só fizeram aparições em diversos episódios da série Transformers Animated, como foram incluídos oficialmente na mitologia da série como personagens distintos no livro Transformers Animated: The Allspark Almanac II.


Estes personagens em Transformers Animated foram inspirados no Optimus Volks laranja, Optimus Carrera azul, Robocar Sedan branco e no Robocar Volks amarelo. Quem iria imaginar que aqueles robozinhos que ocupavam as prateleiras das lojas brasileiras fariam sucesso mundial até hoje?

30 de mar de 2019

[NETFLIX] - Nova série sobre Transformers volta ao tempo em que tudo começou

Saudações Cybertronianas...



Enquanto no cinema o Universo Cinematográfico Transformers está totalmente perdido, na outra ponta - especificamente falando-se dos aclamados games War for Cybertron e Fall of Cybertron, das webséries trazidas pela Machinima Combiner Wars, Titans Return e Power of the Primes e das linhas de brinquedos Combiner Wars, Titans Return e Power of the Primes, agora reforçadas pela linha Siege - War for Cybertron - parece estar havendo uma tentativa de retomar a Linha do Tempo divulgada em 2011, com o acréscimo de novos elementos históricos cybertronianos.





Com a divulgação da produção de uma nova série pela NETFLIX, intitulada justamente de TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON e que segundo fontes oficiais trará os personagens em suas formas clássicas, a ideia dessa retomada não parece ser tão descabida.





Em Bumblebee: O Filme tivemos uma pequena amostra do potencial dos personagens em visual original atualizado. Tal experiência deixou claro que existe espaço para um longa-metragem desse tipo e talvez esse primeiro passo dado pela NETFLIX seja na verdade um teste.


A nova série TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON está prevista para ser lançada pela NETFLIX em 2020, o que sugere que a animação muito provavelmente seguirá os mesmos conceitos utilizados nos games War for Cybertron e Fall of Cybertron.



 
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