6 de mar de 2019

[SHATTERED GLASS] - O lado obscuro dos Transformers

Saudações Cybertronianas...
Créditos: Cybertron21


"Alguma vez você já pensou nos Autobots como sendo cruéis assassinos? Você acreditaria se eu te dissesse que em algum lugar Megatron é um defensor de toda a vida? Isso e muito mais é o que nos traz o misterioso e obscuro universo TRANSFORMERS: SHATTERED GLASS¹."



"UM MUNDO ONDE OS HERÓICOS DECEPTICONS TENTAM DETER OS MALVADOS AUTOBOTS!"


Em TRANSFORMERS: SHATTERED GLASS Optimus Prime é o líder tirano e sádico dos malignos Autobots. Um cruel e ambicioso vilão cujos planos tem por intuito nada menos que a conquista do universo.

Efetivamente, não é G1. O universo Shattered Glass é um desses "universos negativos" que temos visto nas mais variadas histórias das Revistas em Quadrinhos ou séries animadas, nos quais heróis e vilões invertem os papéis ou têm contrapartes maléficas. E embora para o Multiverso Transformers esta história tenha demorado para ser trazida, ela acabou chegando e se consolidando como um universo muito rico e interessante.

Esta ideia radical teve início na extinta BOTCON do ano de 2008. O evento era organizado pela Fun Publications, que foi responsável por este evento em especial de 2005 a 2016. Como muitos já devem ter conhecimento, a BOTCON oferecia produtos, Comics e figuras exclusivas, somente disponíveis no evento. Justamente por isto, a Fun Publications querendo poder apresentar mais figuras e histórias, sem depender tanto do controle direto da Hasbro, apresentou a ideia do universo "Shattered Glass". Desta forma, a Fun Publications poderia oferecer produtos da Hasbro, mas, tendo, desta vez,  uma gama infinita de novas possibilidades para trabalhar.

A porta de entrada para este novo universo, foi a apresentação da capa de uma Comics que pouco revelava o seu conteúdo. No entanto, leitores mais detalhistas haviam notado no primeiro plano da ilustração, Megatron com traços de Transformers Energon, mas com a uma nova cabeça e novas cores, além é claro, da insígna Decepticon em vermelho, ao invés da clássica cor roxa.


Já de inicio, para tornar tudo bastante interessante, essa primeira história do multiverso se encaixa em outras histórias previamente apresentadas nas Comics da BOTCON. Na história Cliffjumper chega a este novo mundo através de um portal espacial.


Ruckus, um indefeso Decepticon, ao ver Cliffjump fica totalmente horrorizado, vendo o Autobot como ao próprio demônio, mas antes que seja capaz de suplicar por sua vida, o Decepticon é massacrado por um irreconhecível Rodimus Prime, em cores preta e roxa e bigodudo.


Rodimus, então, fala cordialmente com Cliffjumper, a quem diz que acreditava que estivesse morto. Cliffjumper, por sua vez, sem se dar conta que está em uma Cybertron muito diferente da sua, acha que ao atravessar o portal, fora lançado em algum ponto de um futuro de seu próprio universo por algum tipo de disrupção temporal. Mas grande é sua surpresa ao reunir-se com Optimus Prime em uma espécie de caldeira na qual são fundidos os prisioneiros.


Cliffjumper deve ter um dos processadores mais lentos de todos os multiversos, pois mesmo tendo se deparado com tudo isto, ele segue sem se dar conta que está em uma realidade totalmente diferente da sua. Optimus Prime relembra que Cliffjumper era seu leal, sádico e doentio tenente e que todos pensavam que ele estivesse morto. E como presente por seu retorno o convida a fundir alguns inimigos no foço de fundição incandescente a frente deles.

Por fim, ao ver tudo isto Cliffjumper "desperta" ao perceber a loucura de Optimus Prime. O líder dos Autobots dando Cliffjumper como um "caso perdido", ataca e lança o Autobot na lixeira para ver se caso ele sobreviva, volte à razão.


Ferido, Cliffjumper ao acordar, percebe que está sendo socorrido pelos doutores Constructicons, na base do nobre Megatron, líder dos heróicos Decepticons.


Pouco a pouco Cliffjumper vai tomando ciência da verdade. Neste universo Sideswipe é um ex-Autobot que se uniu aos Decepticons farto da loucura de Optimus Prime.

Sideswipe - a quem Cliffjumper menciona ter a voz igual a do Sideswipe de seu próprio universo - reconhece Cliffjumper como alguém diferente daquele que todos conheciam, pois ele sabe que o Autobot de seu universo está "bem morto" e o sinal de energia de Cliffjumper confirma que ele é de um outro lugar.


Sideswipe, então, revela a origem do Optimus Prime desse universo. Ele narra que um obsessivo bibliotecário chamado Optronix, farto do estado de paz de Cybertron fomentou planos para dominar seu mundo. Alterando seu nome para Optimus Prime, iniciou uma retórica de intolerância contra todos os que não estivessem alienados por sua ideologia tirânica e rapidamente ganhou adeptos a sua causa, os quais passaram a se autodenominar como Autobots.



Como todo bom megalomaníaco, Optimus Prime acaba se tornando enlouquecido e somente um nobre Megatron lhe foi capaz de fazer frente, ao desenvolver o processo de transformação, mas que logo também é copiado por Optimus e seus Autobots. E o passo seguinte da por Optimus é a da Arca, construída para permitir ao tirano saquear os recursos energéticos de outros mundos.

Mesmo sem acreditar no que está acontecendo, Cliffjumper aceita acompanhar Megatron em seu ataque contra a base de lançamento da Arca. Se ao menos não puderem destruir a nave, ao menos podem tentar acabar com os meios para sua decolagem. O ataque final está próximo e todos seguem os planos do sábio Starscream. E um honrado Megatron se lança contra um maligno Optimus Prime com todas as probabilidades de vitória contra ele.


Cliffjumper mais confuso do que colecionador de Transformers em uma convenção de My Little Pony, de um lado não consegue conceber como Autobots querem matá-los, enquanto Decepticons lutam para salvar suas vidas. Optimus ao ver Cliffjumper desfere um ataque mortal contra o traidor, mas Megatron se sacrifica para salvá-lo.


O sacrifício de Megatron, finalmente, abre os olhos de Cliffjumper que, então, usa sua arma congelante para destruir a plataforma de decolagem. Os nobres Decepticons saem vitoriosos e os planos de expansão de Optimus Prime ficam impedidos por muitos anos.

Um último disparo deixa Optimus Prime incapacitado, permitindo que Megatron e Cliffjumper retornem a base Decepticon, onde o Autobot profere palavras que achou que nunca um dia iria dizer: "- Pode contar comigo, Megatron!".


Este foi o começo de toda a história que circunda TRANSFORMERS: SHATTERED GLASS, tendo se tornado, rapidamente, um dos arcos históricos favoritos entre os participantes da BOTCON. Outras histórias deste estranho universo foram relatadas em episódios ou aventuras em várias histórias, mas apenas em prosa (textos puros), em algumas tiras especiais e em algumas outras Comics extras.

¹ Vidro Estilhaçado.Nota: Esta matéria foi originalmente publicada em Espanhol no site chileno Cybertron 21.

[Análise do Jogo] - Transformers Devastation

Saudações Cybertronianas...
Análise do Jogo (Traduzido c/ adaptações): Eurogamers

Transformers Devastation sofre de um lançamento prematuro. O potencial está lá, mas as falhas acentuadas impedem o game de voar mais alto.


Transformers Devastation tinha tudo para triunfar. De um lado temos a licença de Transformers, ainda pouco explorada nos videogames a não ser pelas exceções Transformers: War For Cybertron e Transformers: Fall of Cybertron da High Moon Studios, e do outro lado a Platinum Games, uma produtora japonesa conhecida pelos seus jogos de ação. Tendo sido este último estúdio responsável pelos games Bayonetta, Vanquish, Wonderful 101 e Metal Gear Rising: Revengeance, os fãs de Transformers tinham todas as razões para estarem entusiasmados com o novo game Transformers Devastation, podendo ainda se somar a euforia, o fato de Transformers Devastation ser baseado na primeira geração (G1) dos Transformers, a mais popular de todas as gerações da franquia.



Mas o que deu errado? A maior agravante é que Transformers Devastation parece ter sido feito às pressas, dando pouco tempo à Platinum Games de aprimorar o conceito do jogo e limar as arestas. Não é a primeira vez que vemos uma licença da Activision sofrer este triste destino. Assim de repente podemos recordar de Deadpool (2013), outro jogo com potencial desperdiçado e que claramente teria sido beneficiado imensamente se tivesse ficado mais uns meses no forno. Transformers Devastation não é um jogo ruim, mas é possível perceber que havia claramente espaço para ser muito melhor. Quanto a vocês não sei, mas nós do Transformes Dioramas - Brazilian Fansite no papel de fãs ficamos extremamente irritados quando um produto que poderia ser melhor, não o é, simplesmente porque foram estipulados prazos apertados para a sua concepção.



O novo jogo desenvolvido pela Platinum Games é completamente diferente de Transformers: War for Cybetron (e os demais que se seguiram, incluindo as decepcionantes adaptações dos filmes de Michael Bay), que era um shooter em terceira pessoa. Transformers Devastation é um hack & slash (corta e esmaga). Embora ainda seja possível disparar, esta é um mecânica secundária. No cerne da jogabilidade estão os combos e esquivas, bem ao estilo do que Bayonetta e Vanquish nos habituaram. Ao se desviar de um ataque no último segundo, o tempo abranda por vários segundos deixando que os ataques nos oponentes sejam feitos sem muitos impedimentos. Esta mecânica já faz parte da marca "Platinum Games", mas seria preferível que tivesse sido desenvolvida outra mecânica que fizesse mais sentido dentro do universo Transformers. No desenho animado original nunca houve abrandamento do tempo nos combates, vindo a existir muito posteriormente e somente nos momentos dramáticos dos filmes dirigidos por Michael Bay.


Tirando o fato de que não faz muito sentido dentro do universo Transformers clássico, não é difícil se acostumar com essa mecânica de jogo. Abrandar o tempo torna sempre tudo mais espetacular e dá oportunidade de pausar, nem que seja por apenas alguns segundos, a ação frenética para a qual o jogo nos leva. Durante o jogo estamos constantemente combatendo vários Decepticons, simultaneamente, sendo necessário reflexos rápidos e um par de olhos extra para reagir atentamente - isto é no modo de dificuldade normal - se, por acaso, aumenta-se a dificuldade para o modo difícil, tudo fica ainda mais complicado. Outro ponto decepcionante é que, infelizmente, a câmera não se aguenta os momentos de maior ação, se tornando um desafio adicional para se tentar controlá-la.

A Platinum Games é conhecida pela jogabilidade divinal dos seus jogos, e sendo Transformers Devastation um hack & slash, o coração do jogo está aí. Outro problema é que, comparativamente a outros jogos deste estúdio, a jogabilidade é um tanto limitada. As possibilidades de combos esgotam-se rapidamente, e apesar da existência de mecânicas avançadas como o aparar ataques, que permite impedir um ataque se se apontar o analógico direito na direção do ataque no momento certo, os combates tornam-se rapidamente repetitivos. A jogabilidade é fluida e o que existe está bem definido, mas sabe-se que a Platinum Games seria capaz de algo mais profundo e com maior variedade, bastando olhar para os outros jogos do mesmo gênero que foram lançados por este estúdio.

"Infelizmente a câmera não aguenta os momentos de maior ação"


O número de personagens jogáveis também decepciona, devido ao fato de que podemos somente se pode controlar Autobots. Uma das melhores partes de Transformers: War For Cybertron e Transformers: Fall of Cybertron era se poder jogar com personagens de ambos os lados. Aqui tal possibilidade não é possível. Decepticons como o Megatron, Starscream e Soundwave aparecem como adversários durante a história, mas não como personagens jogáveis. Da parte dos Autobots podemos jogar com Optimus Prime, Bumblebee, Grimlock, Sideswipe e Wheeljack. Cada personagem conta com as suas forças e fraquezas, até porque variam suas estatísticas de ataque, defesa, velocidade e outros parâmetros. Além disso, cada personagem tem uma habilidade especial e um super-ataque único. Ter cinco personagens jogáveis não é propriamente ruim, na realidade até é um número elevado para um jogo deste gênero, mas já que foram ao ponto de tornar jogáveis vários Autobots, poderiam ter dado o mesmo tratamento aos Decepticons.


À medida que vamos jogando, as personagens ficam mais fortes. Também existe um sistema de loot algo simples através do qual ganha-se melhores armas (desde armas de fogo até espadas, martelos e machados). As melhores armas estão num modo separado da campanha, chamado "Challenge Mode". Este modo nos leva para várias zonas fechadas que já haviam sido visitadas durante a campanha, mas de modo a derrotar grupos de inimigos cada vez mais difíceis. No final, dependendo do desempenho, recebe-se uma classificação. As classificações vão desde o D a SS e cada uma desbloqueia uma nova arma. A campanha é curta e não dura mais do que 4 ou 5 horas, desta forma o modo de desafios é ideal para prolongar a longevidade do jogo, existindo dezenas deles para se completar.

Embora para se chegar ao fim da campanha na dificuldade normal seja possível ignorar o sistema de loot, para concluir o modo difícil é preciso completar os desafios adicionais. As armas adquiridas podem ter habilidades únicas, e podem inclusive serem combinadas com outras armas para torná-las mais fortes ou desenvolverem habilidades especiais. As armas alteram a jogabilidade dos personagens. Quando equipamos Optimus Prime com um grande martelo, reparamos que os seus ataques ficaram muito mais lentos, mas ao trocá-lo por uma espada (é possível trocar de armas em tempo real), o personagem ficou muito mais rápido.

A história vai de encontro àquilo que seria de esperar de um jogo de Transformers. Megatron encontrou uma nova forma de transformar a Terra num planeta semelhante a Cybertron e não hesita em colocar um plano maléfico em prática, mesmo que isso signifique a extinção dos humanos e das outras formas de vida que habitam o nosso o planeta. Mas não se preocupem, os Autobots estão lá para salvar o dia!


Se  por um lado a história não desilude, por outro, os níveis são bem básicos e quase sempre iguais. As missões secundárias, que são desafios adicionais, e a existência de alguns baús com loots, dão algum encorajamento para explorarem um pouco mais o jogo, embora os loots não recompensem o esforço. Os momentos altos da campanha são, naturalmente num jogo como este, os encontros com os bosses. São nesses momentos que Transformers Devastation dá o seu melhor, colocando como adversários robôs do tamanho de arranha-céus e Decepticons populares.


Tal como em todo o resto, graficamente Transformers Devastation causa um misto de sensações. Tem coisas a seu favor como o visual de desenho animado da década de 1980 e uma recriação perfeita dos Autobots e Decepticons, algo que vai deixar os fãs da G1 completamente doidos, todavia, os fracos cenários causam um contraste muito negativo. Com um melhor plano de fundo e níveis mais elaborados, Transformers Devastation seria delirante. É precisamente de coisas como esta que falava no início da análise. O jogo tem várias coisas a ser favor, mas também tem falhas acentuadas, que parecem ter sido resultado de um curto período de desenvolvimento.

"A campanha é curta e não dura mais do que 4 ou 5 horas"



Em resumo, Transformers Devastation não é uma experiência consistente. É divertido na primeira hora, mas repetitivo durante as três/quatro restantes . Gostamos que seja baseado na G1 dos desenhos animados, da jogabilidade fluida, ainda que um tanto limitada, e das batalhas frenéticas contra os bosses, que vêm acompanhadas de uma trilha sonora Rock/Metal de dar vontade de fazer um "bate-cabeças". Do lado negativo está uma campanha muito curta, os níveis muito básicos, a impossibilidade de se jogar com Decepticons, e uma falta de refinamento geral em todos os aspectos. Mesmo para os fãs de Transformers, é um investimento que requer cautela, pois podem sair desiludidos.

Abaixo você pode conferir o visual de alguns personagens que estão no jogo












4 de mar de 2019

[TOY FAIR 2019] - Novidades da linha War For Cybertron - Siege são reveladas no evento

Saudações Cybertronianas...
Imagens: Seibertron/TFW2005
















A nova trilogia de linhas das figuras TRANSFORMERS: SIEGE - WAR FOR CYBERTRON recebeu maior enfoque na Toy Fair de Nova Iorque neste ano, com várias figuras a ser apresentadas a maior surpresa delas foi o titan class ÔMEGA SURPREME, no qual terá cerca de 60 cm de altura e se transforma numa base + Foguete assim como no desenho G1.Sendo lançado após o Trypticon obedecendo a votação ocorrida em 2015 em que foi definida a ordem de lançamentos dos gigantes.








Como estreante na nova classe Commander Class (intermediaria entre leader com supreme) temos Jetfire que é realmente um Masterpiece em linha regular, sendo incrivelmente fiel ao desenho mas ainda sim trazendo um design atualizado com detalhes a mais ele é muito bem acabado (não tendo nenhum grande vazado) vários grimmicks que não atrapalham (e até aprimoram), sendo que no dia do evento a Hasbro até soltou um vídeo demonstrativo mostrando todos eles, focando claro, no troca casaca para ver o vídeo clique AQUI.



 A esquerda Commander Class Jetfire e a Direita John Warden, Gerente de Design.



O capricho que ninguém esperava.



E na Leader Class temos o novo visual do Optimus Prime dos Quadrinhos da IDW, que homenageia sua versão em Cybertron / Galaxy Force, também sendo estilizado na proposta da linha e aparentemente sendo um remodelamento do Leader class Ultra Magnus.









Na Voyager Class temos algumas surpresas, como a de um novo Springer que está impressionante com todos os modos alternativos fiéis a animação e aparentemente muito bem feito, com detalhes na pintura que o faz parecer ser realmente de metal e como de costume, com poucos vazados! E do Seeker Thundercracker que esta com um detalhamento fora do padrão, o que pode variar do gosto de quem compra, mas ainda sim, muito bem feito também.











Na Deluxe Class já tivemos mais figuras novas, sendo elas o Oficial de Segurança Red Alert (Sendo repaint de Sideswipe), o estrategista mais paciente e certinho que conhecemos Prowl, o ex-líder dos Wheckers Impactor numa pegada mais G1 / Quadrinhos Marvel (que particularmente devia ser Voyager), Mirage (que não foi exposto) e o Weponizer Sixgun, além de outros que já tínhamos visto e até já se encontram a venda.
E você sabia que ele no desenho era uma das tropas autônomas de Metroplex que patrulha quando o mesmo está em seu modo cidade, compartilhando personalidade semelhante e ligado mentalmente ao Titã, não recebendo esse nome atoa já que ele é literalmente uma massa ambulante de armas.










E entre eles estavam os Battlemasters novos que são vendidos em cartelas.












Os itens novos da linha TRANSFORMERS: SIEGE - WAR FOR CYBERTRON ainda não se encontram disponíveis para venda e serão lançados ao longo do ano de 2019. Animado com as novas figuras? 

 
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