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29 de jul. de 2021

TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON [O REINO] - ANÁLISE (SEM SPOILERS)

Saudações Cybertronianas...

E chega o fim a trilogia trazida pela NETFLIX, com a terceira temporada intitulada TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON - REINO. Iniciada com Transformers: War for Cybertron - O Cerco, que mostrou a decadência de Cybertron em decorrência da Guerra Civil Cybertroniana e culminou com a perda do Allspark, devido a teimosia de Optimus Prime.

A primeira temporada é recheada de referências aos desenhos da década de 1980, bem como, traz diversos elementos que se cruzam com histórias trazidas nas Comics e até mesmo dos games Transformers: War for Cybertron e Transformers: Fall of Cybertron.

Na segunda temporada, Transformers: War for Cybertron - O Nascer da Terra, vemos os Decepticons tem de lidar com os problemas da extrema escassez de energia. E nessa temporada vemos Megatron sucumbindo pouco a pouco a insanidade e se tornando um tirano. Também nessa temporada temos a apresentação de uma nova facção (Mercenários), tomamos ciência do que aconteceu com o lendário Tenente Sky Linx ao afrontar Alpha Trion e reivindicar para si a Matriz da Liderança, vemos o que realmente é a entidade tecno-mística conquistadora conhecida como Quintensson, bem como, descobrimos que Scorponok não é um personagem, mas sim uma extinta raça de Transformers.

A temporada encerra com Autobots e Decepticons cruzando uma Ponte Temporal e chegando a um planeta orgânico.

Agora com Transformers: War for Cybertron - O Reino, a arco histórico se fecha. Autobots, Decepticons, Maximals e Predacons, encontram-se no estranho planeta chamado Terra. E desse encontro um novo problema surge, assim como, um novo perigo, que ameaça agora não somente Cybertron, mas todas as realidades cybertronianas (presente, passado e futuro).

No estranho planeta Autotobs e Decepticons descobrem que Transformers podem mimetizar seres orgânicos (mamíferos, aves, insetos, lagartos e aracnídeos e etc.), que para evitar as descargas de energia emitidas pelo Allspark.

Ver o nosso Megatron (Digo isso como Fã da G1) com o Megatron de vocês (Para aqueles que começaram a gostar de Transformers devido a Transformers: Beast Wars) é uma visão estonteante e o modo como uniram as histórias ficou muito interessante.

Mas antes de sair criticando, vale a pena entender que TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON - REINO é uma time verse, isto é, um versão temporal diferente mesclando elementos de diversos universos de Transformers e essa mistura é bastante compreensível devido a teoria de Multiverso apresentada em Transformers: Cyberverse.

Fiquei extremamente impressionado com a maturidade dos personagens Beast Wars, que mesmo em suas versões atualizadas mantiveram certos traços característicos da série Clássica. Com direito a dobradinhas em cima de dobradinhas de traições.

Nesse último arco vemos um Optimus Prime mais amadurecido e menos teimoso do que na primeira temporada, bem como, um Megatron mais determinado e menos lógico. Pontos que são trabalhados a todo instante para mostrar o declínio e ascensão de ambos os líderes.

Outro ponto interessante e engraçado é que, por diversas vezes, a gente se vê hora pendendo para um lado, hora pendendo para outro, pois os pontos defendidos se alteram ao longo da série e nos faz pensar se realmente aquele lado que está tendo preeminência está tendo a melhor das ações.

Por fim, mas não menos importante, temos um fechamento digno de continuação. Nem mais e nem menos. Uma colisão de linhas temporais, mostrando que - ao menos desta vez - houve uma trama bem mais coesa. Como dito, embora finalizada a série, com TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON - REINO, mostra o quão vasto é o multiverso Transformers e ainda há muito por descobrir sobre a mitologia cybertroniana.

TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON - REINO está disponível exclusivamente na NETFLIX e estreou hoje (29 de junho de 2021).

E não deixem de participar da TRANSFORMERS: WAR FOR CYBERTRON [KINGDOM] - LIVESTREAM EVENT, primeiro evento virtual oficial de Transformers no Brasil autorizado pela Hasbro e apresentado pelo Transformers Dioramas - Brazilian Fansite, será realizado no dia 30 de julho de 2021 (6ª feira), às 19h (Horário de Brasília), que transmitido exclusivamente pelo Canal Transformers Brasil no Youtube, no qual falaremos sobre essa última temporada da série e também de das temporadas anteriores.

4 de mai. de 2016

[Análise do Jogo] - Transformers: War for Cybertron

Saudações Cybertronianas...

Para aqueles que ficaram curiosos a respeito do jogo-seqüência Transformers: Fall of Cybertron, e querem saber mais sobre esta nova visão do Universo Transformers, o ideal é conhecer a história desde o início, que se originou com o lançamento do primeiro jogo Transformers: War for Cybertron.

Na data do lançamento do jogo (Junho/2010), Transformers: War for Cybertron chegou ao Brasil a um preço estratosférico, algo em torno de R$ 329,99. Contudo, hoje já é possível encontrá-lo a um valor um pouco menos assustador (No Submarino está saindo a R$ 159,00 para XBox 360 e para PC no Todaoferta está custando R$ 139,88).

Transformers: War for Cybertron não é mais uma adaptação de um filme hollywoodiano, ou sequer uma versão para os video games de alguma das várias séries animadas ou quadrinizadas que compõem a mitologia Transformer.


A nova produção da High Moon Studios estrelada pelas máquinas sencientes criadas pela Hasbro é um novo capítulo na saga dos robôs cybertronianos. O jogo remete as origens do conflito entre Autobots e Decepticons, preenchendo as várias lacunas existentes na saga.


O melhor de tudo é que Transformers: War for Cybertron não se limita a trazer uma boa história: o conflito entre Megatron e Optimus Prime pode não ser uma obra-prima, entretanto, é um jogo consistente e divertido.
Mesmo sem muito alarde, a nova produção agrada em vários aspectos e deixa uma ótima impressão para os jogadores, fazendo justiça à tão explorada série de brinquedos.

A trama é original e totalmente ambientada em Cybertron, planeta natal dos Transformers e corpo do deus-robô, Primus. A história se desenvolve muito antes do primeiro contato com a Terra e mostra os primórdios da guerra entre Autobots e Decepticons.
Com a morte de Zeta Prime, Megatron enxerga o momento perfeito para iniciar uma revolta para restaurar a antiga glória de Cybertron, mesmo que à força. Para impedir os planos de domínio planetário de Megatron, Optimus Prime — o inexperiente sucessor de Zeta Prime — reúne um grupo de robôs fiéis à causa, os Autobots.
A história se divide em dez capítulos, cinco para cada facção, Decepticons e Autobots. Você joga com os dois grupos, porém pode optar se inicia a tropa com as legiões de Megatron ou de Optimus Prime. Essa escolha independe do fato de a história central se iniciar com a saga Decepticon.
Somando os personagens das duas versões, Transformers: War for Cybertron conta com um elenco de peso: são vários Transformers das duas facções, cada um com transformações e combinações de armas particulares.
Entre as estrelas do jogo estão os sempre populares Optimus Prime, Megatron, Bumblebee e Starscream, além de outros Transformers conhecidos dos fãs, mas que recebem pouco destaque nas várias edições da franquia, como os “titãs” Omega Supreme e Trypticon.
A High Moon, desenvolvedora do jogo, mesclou com muita habilidade vários elementos próprios dos títulos de ação em terceira pessoa. Assim, o título conta com um belo sistema de combate próximo e a distância, sem apelar para a já exaurida dinâmica de tiro em primeira pessoa com esquema de “cobertura”.
Cada estágio conta com três robôs em cena, sendo que você controla apenas um deles, enquanto que a inteligência artificial ou outros jogadores comandam os outros dois. Infelizmente a campanha cooperativa só pode ser jogada online, sem nenhum suporte para partidas splitscreen (tela dividida).
As transformações dos robôs multifuncionais de Cybertron não são apenas “floreios”. Todos os estágios e encontros ao longo dos níveis foram construídos ao redor da habilidade dos Transformers de mudarem entre sua forma humanoide e veicular.
Dominar ambas as formas é essencial para o seu progresso. A High Moon conseguiu entregar um jogo que recompensa tanto o pensamento estratégico quanto a experimentação e avanços impensados.
Saltos em precipícios se transformam em táticas de fuga quando você vira um jato em plena queda. A combinação de socos, tiros e transformações oferece muita versatilidade ao sistema de combate e é um dos grandes méritos de Transformers: War for Cybertron.
A campanha cooperativa online é um dos grandes atrativos, porém são nos modos competitivos que Transformers: War for Cybertron realmente se destaca. O título aposta em um esquema que mistura a estrutura de Unreal Championship com o sistema de classes de títulos como Team Fortress 2 e Bad Company 2.
Transformers: War for Cybertron volta a utilizar com sabedoria as transformações dos robôs multifuncionais da Hasbro para criar algo verdadeiramente novo. Os cenários da campanha reaparecem para sediar caóticas batalhas online.
As partidas são limitadas a dez jogadores, cinco para cada lado, porém são capazes de entregar combates tão frenéticos e disputados quanto os vistos em salas com suporte para muitos mais jogadores simultâneos.
Impulsionados pela notória Unreal Engine 3, os gráficos de Transformers: War for Cybertron fazem bonito na tela. Além de visuais de alta qualidade, o jogo também conta com designs interessantes, incluindo a remodelagem de vários Transformers — que por sinal acabaram ficando melhores do que os originais.

Mas nem só de glórias vivem os robôs de Cybertron. O framerate sofre um bocado quando os gráficos são forçados. A instabilidade não é uma constante, mas certamente deve aborrecer os jogadores mais exigentes.
Apesar de agitada, a campanha pode se tornar um tanto repetitiva, com objetivos similares e estrutura de jogo linear. Seguir por corredores estreitos espancando e fuzilando máquinas rivais é extremamente divertido, mas uma hora acaba cansando.
As batalhas contra os chefes são épicas, robôs monumentais ocupam grande parte da tela e tornam as lutas ainda mais interessantes, entretanto a ação se desenvolve de tal forma que você alternará momentos de morte iminente com algumas brechas no fogo inimigo, descarregando sua fúria no famoso “ponto vermelho” do oponente.
A High Moon fez um belíssimo trabalho à frente de Transformers: War for Cybertron. Fugindo das famigeradas adaptações papa-níqueis das películas cinematográficas, o jogo aposta na rica mitologia da franquia Transformers — que soma 18 séries de animação, 20 linhas de histórias em quadrinhos e inúmeros brinquedos da Hasbro — para entregar uma história envolvente e uma jogabilidade bem adaptada.
Transformers: War for Cybertron impressiona pela sua campanha single player e pela versatilidade dos modos multiplayer — que incluem campanha cooperativa e uma sorte de modalidades competitivas — oferecendo um jogo profundo e inventivo, fazendo justiça à rica história dos Transformers.
O jogo não é perfeito, mas o grande mérito é a sua capacidade de impressionar o jogador, que não espera encontrar algo realmente bom. Os Fãs certamente têm um prato cheio pela frente, e quem busca um bom jogo de ação também estará bem servido.


Análise do Jogo feita por Baixaki Jogos [com adaptações].

[Análise do Jogo] - Transformers: Fall of Cybertron

Saudações Cybertronianas...
Análise do jogo ( c/ adaptações): Baixaki Jogos

Diferentemente do jogo Transformers: War for Cyberton, que além de ter levado "décadas" para ser comercializado aqui no Brasil e, ainda assim, a preços "estratosféricos" - como mencionamos na matéria análise desse jogo - Transformers: Fall of Cybertron chegou as lojas  - ao menos virtuais - brasileiras, com preço muito mais convidativo e está fazendo cair todo o pré-conceito existente com relação a ser somente mais um jogo com robôs, sem história, sem gráficos, sem jogabilidade, em resumo: sem graça.

Transformers: War for Cybertron conseguiu uma façanha semelhante à de Batman: Arkham Asylum — guardadas as devidas proporções. Quer dizer, ninguém mais acreditava que um jogo baseado em um super-herói poderia ser bom, da mesma forma que os fãs dos robôs cybertronianos andavam descrentes de um bom jogo há muitos anos.


Mas isso mudou. Ao desligar-se das adaptações cinematográficas, para apresentar uma mecânica de jogo não apenas fluida e atraente — e ainda um bom modo cooperativo — Transformers: War for Cybertron finalmente conseguiu imprimir seriedade a uma adaptação de jogo para Transformers. Deixando para o seu sucessor uma responsabilidade de peso ainda maior.

Entretanto, ao contrário do que muita gente poderia pensar, Transformers: Fall of Cybertron não é simplesmente uma “sequência”. Em outras palavras, não se trata aqui de um jogo desenvolvido para simplesmente extrair mais alguns tostões de uma boa fórmula.

Em verdade, Transformers: Fall of Cybertron consegue desenvolver — até a níveis apoteóticos — quase tudo o que foi apresentando no seu antecessor. Em primeiro lugar, a urgência transmitida pela história: o lendário planeta Cybertron encontra-se à beira de sua destruição, o que confere à trama um andamento frenético, desesperador e envolvente.

É claro que, simultaneamente, o modo cooperativo do game foi misteriosamente retirado e, querendo ou não, afixar personagens específicos para pontos da história acaba deixando tudo perigosamente “scriptado” — embora mais intenso. Mas, enfim, sigamos aos detalhes...

A história de Transformers: Fall of Cybertron é uma boa amostra do empenho da High Moon Studios em elevar a fórmula do primeiro game a alguns patamares acima. Basicamente, tudo aqui é incrivelmente épico, transmitindo sempre um senso de urgência.

E não é para menos: em decorrência dos acontecimentos de Transformers: War for Cybertron, o planeta natal dos Autobots e Decepticons encontra-se agora à beira da mais completa destruição. E isto deixa aos Autobots uma única solução possível: arrumar as malas e rumar para um outro planeta da Via Láctea.

Entretanto, a guerra civil entre as facções ainda não acabou. De fato, jamais esteve tão destrutiva. Dessa forma, no papel de vários personagens Autobots, você precisará, simultaneamente, arrumar as tralhas para ir embora e cuidar para não ser esmagado pelos Decepticons. Enfim, adrenalina e tensão do começo ao fim.

Um dos detalhes mais atraentes de Transformers: Fall of Cybertron é, sem dúvida, também um dos pontos mais controversos do jogo. Diferentemente de Transformers: War for Cybertron, aqui você não poderá escolher livremente os personagens no início de cada capítulo. Em vez disso, cada trecho da trama já vem com um personagem previamente estabelecido.

Mas, se por um lado isso acaba limitando a liberdade de escolhas, por outro acaba deixando tudo muito mais intenso. Afinal, todas as fases aqui são pensadas exclusivamente para Transformers específicos com poderes específicos — e o início se dá com o Autobot Scouter Bumblebee, que em nada tem a ver com a veia cômica dos filmes ou desenhos, ganhando no desfecho do capítulo uma surpreendente cena intensa do mais nobre e puro heroísmo.

Embora a qualidade gráfica em Transformers: Fall of Cybertron não seja das mais destacadas, é fato que as escolhas do design aqui conseguiu fazer deste jogo um bom trabalho. Basicamente, tratam-se das mesmas estruturas de metal decadente do primeiro jogo — com o diferencial de que, agora, tudo está desmoronando.

Para quem prefere detonar inimigos de carne e ossos do que colaborar, Transformers: Fall of Cybertron traz os mesmos modos multiplayer que garantiram várias horas de diversão no primeiro jogo. Há aqui “Deathmatch”, “Conquest” e “Capture the Flag”. Mas há uma vantagem óbvia em relação a outros jogos de tiro que apostam em modos semelhantes: aqui você pode se transformar em carros, jatos etc. — o que acaba conferindo um andamento bastante distinto.


O modo campanha simplesmente empurra um personagem. Mas o mesmo não ocorre com os modos multiplayer de Transformers: Fall of Cybertron. Na qual você poderá gastar os pontos adquiridos quando ganha níveis para conferir ao seu Transformer uma personalização — trocando armas, cores, etc.

Conforme dito anteriormente, ligar cada parte da trama de Transformers: Fall of Cybertron a um personagem específico tornou a história mais coesa... Mas também muito mais linear. Trata-se de uma “faca de dois gumes”, sem dúvida. Entretanto, é inegável: a liberdade de ação encontrada no primeiro game foi consideravelmente eliminada aqui.

É provável que a exclusão do modo campanha cooperativo de Transformers: Fall of Cybertron seja uma consequência direta da escolha narrativa da High Moon Studios. De qualquer forma, é impossível negar: grande parte da diversão e longevidade do primeiro título se devia à possibilidade de encarar a temível guerra civil ao lado de um bom amigo.

Transformers é uma marca incrivelmente conhecida. Além de brinquedos, há filmes, animações, desenhos e toda sorte de produtos com a marca da franquia. Isso poderia fazer com que as adaptações para jogos seguissem a lógica comercial do “Se tem a marca Transformers, vende!”. Mas esse não foi o caso em Transformers: War for Cybertron e, com certeza, também não é o caso de Transformers: Fall of Cybertron, tendo exigido um grande esforço de marketing e divulgação, uma vez que o histórico de jogos com a marca Transformers não é nada entusiasmante.
Continuando a boa releitura da guerra civil entre Autobots e Decepticons desenvolvida no primeiro game, a sequência consegue, simultaneamente, apresentar um clima épico e uma história coesa. Embora o modo cooperativo tenha misteriosamente se ausentado aqui, o modo Escalation está de volta, juntamente com todas as boas propostas multiplayer de Transformers: War for Cybertron  além dos packs permitindo a inclusão de diversos outros personagens como Dinobots, Zeta Prime, Perceptor, Hound, etc., e do mix de marketing por meio do lançamento de uma minissérie digital, que complementa a história contada no game, com muitas informações, como é o caso no fim da terceiro capítulo do jogo, onde Perceptor menciona a deserção de Grimlock, que abandonou o campo de batalha sem dar qualquer explicação, cuja razão está em desenvolvimento em na Digital Comics Transformers: Fall of Cybertron (Saiba mais AQUI!).


14 de set. de 2013

[REVISÃO] TRANSFORMERS [Generations]: War for Cybertron - Deluxe Class Cybertronian Soundwave

Saudações Cybertronianas...
Imagens: collectiondx


Na publicação de hoje damos continuidade a nova fase do Transformers Dioramas, que estará trazendo todas as Revisões em Português anteriormente exibidas no site Dinastia Transformers.

Devido ao grande número de vídeos, buscaremos fazer a transferência de conteúdo da forma mais rápida e ordenada possível, de modo que possamos agregar o máximo de informações relevantes sobre a figura sob análise, o que exigirá de nossa equipe um maior esforço. Com isto esperamos tornar o Transformers Dioramas uma das maiores e melhores referências sobre Transformers do Brasil.

Deluxe Class Cybertronian Soundwave




A figura Deluxe Class Cybertronian Soundwave baseia-se na forma cybertroniana do espião Decepticon - quando ainda batalhando em seu planeta natal Cybertron - apresentada no game Transformers: War for Cybertron (Sabia mais AQUI).











14 de ago. de 2013

[REVISÃO] TRANSFORMERS [Generations]: War for Cybertron - Deluxe Class Cybertronian Bumblebee

Saudações Cybertronianas...
Imagens: Lek Custom


Na publicação de hoje damos continuidade a nova fase do Transformers Dioramas, que estará trazendo todas as Revisões em Português anteriormente exibidas no site Dinastia Transformers.

Devido ao grande número de vídeos, buscaremos fazer a transferência de conteúdo da forma mais rápida e ordenada possível, de modo que possamos agregar o máximo de informações relevantes sobre a figura sob análise, o que exigirá de nossa equipe um maior esforço. Com isto esperamos tornar o Transformers Dioramas uma das maiores e melhores referências sobre Transformers do Brasil.

Deluxe Class Cybertronian Bumblebee




A figura Deluxe Class Cybertronian Bumblebee baseia-se na forma cybertroniana do "inexperiente" batedor Autobot - quando ainda batalhava em seu planeta natal Cybertron - apresentada no game Transformers: War for Cybertron (Sabia mais AQUI).












6 de mar. de 2019

[Análise do Jogo] - Transformers Devastation

Saudações Cybertronianas...
Análise do Jogo (Traduzido c/ adaptações): Eurogamers

Transformers Devastation sofre de um lançamento prematuro. O potencial está lá, mas as falhas acentuadas impedem o game de voar mais alto.


Transformers Devastation tinha tudo para triunfar. De um lado temos a licença de Transformers, ainda pouco explorada nos videogames a não ser pelas exceções Transformers: War For Cybertron e Transformers: Fall of Cybertron da High Moon Studios, e do outro lado a Platinum Games, uma produtora japonesa conhecida pelos seus jogos de ação. Tendo sido este último estúdio responsável pelos games Bayonetta, Vanquish, Wonderful 101 e Metal Gear Rising: Revengeance, os fãs de Transformers tinham todas as razões para estarem entusiasmados com o novo game Transformers Devastation, podendo ainda se somar a euforia, o fato de Transformers Devastation ser baseado na primeira geração (G1) dos Transformers, a mais popular de todas as gerações da franquia.



Mas o que deu errado? A maior agravante é que Transformers Devastation parece ter sido feito às pressas, dando pouco tempo à Platinum Games de aprimorar o conceito do jogo e limar as arestas. Não é a primeira vez que vemos uma licença da Activision sofrer este triste destino. Assim de repente podemos recordar de Deadpool (2013), outro jogo com potencial desperdiçado e que claramente teria sido beneficiado imensamente se tivesse ficado mais uns meses no forno. Transformers Devastation não é um jogo ruim, mas é possível perceber que havia claramente espaço para ser muito melhor. Quanto a vocês não sei, mas nós do Transformes Dioramas - Brazilian Fansite no papel de fãs ficamos extremamente irritados quando um produto que poderia ser melhor, não o é, simplesmente porque foram estipulados prazos apertados para a sua concepção.



O novo jogo desenvolvido pela Platinum Games é completamente diferente de Transformers: War for Cybetron (e os demais que se seguiram, incluindo as decepcionantes adaptações dos filmes de Michael Bay), que era um shooter em terceira pessoa. Transformers Devastation é um hack & slash (corta e esmaga). Embora ainda seja possível disparar, esta é um mecânica secundária. No cerne da jogabilidade estão os combos e esquivas, bem ao estilo do que Bayonetta e Vanquish nos habituaram. Ao se desviar de um ataque no último segundo, o tempo abranda por vários segundos deixando que os ataques nos oponentes sejam feitos sem muitos impedimentos. Esta mecânica já faz parte da marca "Platinum Games", mas seria preferível que tivesse sido desenvolvida outra mecânica que fizesse mais sentido dentro do universo Transformers. No desenho animado original nunca houve abrandamento do tempo nos combates, vindo a existir muito posteriormente e somente nos momentos dramáticos dos filmes dirigidos por Michael Bay.


Tirando o fato de que não faz muito sentido dentro do universo Transformers clássico, não é difícil se acostumar com essa mecânica de jogo. Abrandar o tempo torna sempre tudo mais espetacular e dá oportunidade de pausar, nem que seja por apenas alguns segundos, a ação frenética para a qual o jogo nos leva. Durante o jogo estamos constantemente combatendo vários Decepticons, simultaneamente, sendo necessário reflexos rápidos e um par de olhos extra para reagir atentamente - isto é no modo de dificuldade normal - se, por acaso, aumenta-se a dificuldade para o modo difícil, tudo fica ainda mais complicado. Outro ponto decepcionante é que, infelizmente, a câmera não se aguenta os momentos de maior ação, se tornando um desafio adicional para se tentar controlá-la.

A Platinum Games é conhecida pela jogabilidade divinal dos seus jogos, e sendo Transformers Devastation um hack & slash, o coração do jogo está aí. Outro problema é que, comparativamente a outros jogos deste estúdio, a jogabilidade é um tanto limitada. As possibilidades de combos esgotam-se rapidamente, e apesar da existência de mecânicas avançadas como o aparar ataques, que permite impedir um ataque se se apontar o analógico direito na direção do ataque no momento certo, os combates tornam-se rapidamente repetitivos. A jogabilidade é fluida e o que existe está bem definido, mas sabe-se que a Platinum Games seria capaz de algo mais profundo e com maior variedade, bastando olhar para os outros jogos do mesmo gênero que foram lançados por este estúdio.

"Infelizmente a câmera não aguenta os momentos de maior ação"


O número de personagens jogáveis também decepciona, devido ao fato de que podemos somente se pode controlar Autobots. Uma das melhores partes de Transformers: War For Cybertron e Transformers: Fall of Cybertron era se poder jogar com personagens de ambos os lados. Aqui tal possibilidade não é possível. Decepticons como o Megatron, Starscream e Soundwave aparecem como adversários durante a história, mas não como personagens jogáveis. Da parte dos Autobots podemos jogar com Optimus Prime, Bumblebee, Grimlock, Sideswipe e Wheeljack. Cada personagem conta com as suas forças e fraquezas, até porque variam suas estatísticas de ataque, defesa, velocidade e outros parâmetros. Além disso, cada personagem tem uma habilidade especial e um super-ataque único. Ter cinco personagens jogáveis não é propriamente ruim, na realidade até é um número elevado para um jogo deste gênero, mas já que foram ao ponto de tornar jogáveis vários Autobots, poderiam ter dado o mesmo tratamento aos Decepticons.


À medida que vamos jogando, as personagens ficam mais fortes. Também existe um sistema de loot algo simples através do qual ganha-se melhores armas (desde armas de fogo até espadas, martelos e machados). As melhores armas estão num modo separado da campanha, chamado "Challenge Mode". Este modo nos leva para várias zonas fechadas que já haviam sido visitadas durante a campanha, mas de modo a derrotar grupos de inimigos cada vez mais difíceis. No final, dependendo do desempenho, recebe-se uma classificação. As classificações vão desde o D a SS e cada uma desbloqueia uma nova arma. A campanha é curta e não dura mais do que 4 ou 5 horas, desta forma o modo de desafios é ideal para prolongar a longevidade do jogo, existindo dezenas deles para se completar.

Embora para se chegar ao fim da campanha na dificuldade normal seja possível ignorar o sistema de loot, para concluir o modo difícil é preciso completar os desafios adicionais. As armas adquiridas podem ter habilidades únicas, e podem inclusive serem combinadas com outras armas para torná-las mais fortes ou desenvolverem habilidades especiais. As armas alteram a jogabilidade dos personagens. Quando equipamos Optimus Prime com um grande martelo, reparamos que os seus ataques ficaram muito mais lentos, mas ao trocá-lo por uma espada (é possível trocar de armas em tempo real), o personagem ficou muito mais rápido.

A história vai de encontro àquilo que seria de esperar de um jogo de Transformers. Megatron encontrou uma nova forma de transformar a Terra num planeta semelhante a Cybertron e não hesita em colocar um plano maléfico em prática, mesmo que isso signifique a extinção dos humanos e das outras formas de vida que habitam o nosso o planeta. Mas não se preocupem, os Autobots estão lá para salvar o dia!


Se  por um lado a história não desilude, por outro, os níveis são bem básicos e quase sempre iguais. As missões secundárias, que são desafios adicionais, e a existência de alguns baús com loots, dão algum encorajamento para explorarem um pouco mais o jogo, embora os loots não recompensem o esforço. Os momentos altos da campanha são, naturalmente num jogo como este, os encontros com os bosses. São nesses momentos que Transformers Devastation dá o seu melhor, colocando como adversários robôs do tamanho de arranha-céus e Decepticons populares.


Tal como em todo o resto, graficamente Transformers Devastation causa um misto de sensações. Tem coisas a seu favor como o visual de desenho animado da década de 1980 e uma recriação perfeita dos Autobots e Decepticons, algo que vai deixar os fãs da G1 completamente doidos, todavia, os fracos cenários causam um contraste muito negativo. Com um melhor plano de fundo e níveis mais elaborados, Transformers Devastation seria delirante. É precisamente de coisas como esta que falava no início da análise. O jogo tem várias coisas a ser favor, mas também tem falhas acentuadas, que parecem ter sido resultado de um curto período de desenvolvimento.

"A campanha é curta e não dura mais do que 4 ou 5 horas"



Em resumo, Transformers Devastation não é uma experiência consistente. É divertido na primeira hora, mas repetitivo durante as três/quatro restantes . Gostamos que seja baseado na G1 dos desenhos animados, da jogabilidade fluida, ainda que um tanto limitada, e das batalhas frenéticas contra os bosses, que vêm acompanhadas de uma trilha sonora Rock/Metal de dar vontade de fazer um "bate-cabeças". Do lado negativo está uma campanha muito curta, os níveis muito básicos, a impossibilidade de se jogar com Decepticons, e uma falta de refinamento geral em todos os aspectos. Mesmo para os fãs de Transformers, é um investimento que requer cautela, pois podem sair desiludidos.

Abaixo você pode conferir o visual de alguns personagens que estão no jogo












 
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