COLLAB Marco Reviews - Novos Combiners: O debate reacende entre os fãs
- W. Alex. Silva Venturini

- 28 de out.
- 3 min de leitura
Saudações Cybertronianas...
Collab: Marco Reviews

Quando a Hasbro anunciou, em março de 2022, o novo projeto de Combiners — com o lançamento do Dragstrip —, muitos fãs se empolgaram com a possibilidade de revisitar um dos conceitos mais amados da franquia Transformers: o de robôs individuais que se unem para formar um guerreiro colossal. A promessa era ousada: vender cada membro separadamente, permitindo ao colecionador montar sua equipe de forma gradual.
Porém, à medida que os lançamentos chegaram ao mercado, a empolgação inicial deu lugar a um debate intenso dentro do fandom, especialmente sobre o que vem sendo apelidado de “Falso Combiner”.

Pontos Positivos: Engenharia e acessibilidade

Entre os aspectos elogiados, destaca-se a qualidade da engenharia aplicada nas figuras. O novo modelo apresenta articulações mais sólidas, encaixes estáveis e um acabamento que demonstra avanço em relação a gerações anteriores. A escala também chama atenção: o Commander Class, que serve como base do Combiner, possui presença imponente e visual refinado, sendo uma excelente figura mesmo isoladamente.
Outro ponto positivo é a acessibilidade modular: o colecionador pode adquirir o robô central e, gradualmente, os demais membros, sem depender de um lançamento simultâneo. Para quem busca exposição individual das figuras — e não necessariamente a fusão total —, esse formato é funcional e esteticamente agradável.
Além disso, a ideia de revisitar personagens clássicos com designs atualizados e engenharia aprimorada atende a um público que valoriza tanto nostalgia quanto inovação.
Pontos Negativos: O conceito do “Falso Combiner” e a perda da interdependência

Por outro lado, a principal crítica recai sobre o núcleo conceitual da nova linha. O Commander Class, nesta proposta, já se configura como um robô completo, com os demais membros (Deluxe Class) funcionando apenas como peças complementares estéticas — diferentemente da linha Combiner Wars, em que cada figura era essencial para a formação do robô gigante.

Essa mudança diminui o senso de interdependência entre as figuras, um dos elementos mais simbólicos e emocionais para os fãs de Combiners. Na prática, o colecionador que adquire apenas o Commander já possui um robô de grande porte, o que tira parte do encanto do processo de “montagem” coletiva.
Outro ponto de debate é o aumento do custo total, já que o Commander é obrigatório para completar o Combiner. O modelo, portanto, acaba se tornando menos democrático para quem desejava montar o conjunto de maneira mais acessível.
Devastator: Remoldes, ajustes e nostalgia em disputa

Recentemente, o Devastator retornou em uma nova versão remoldada, menor que a da Combiner Wars, mas com melhorias estruturais e visuais significativas. Essa atualização divide opiniões: para alguns, trata-se de um avanço técnico e estético; para outros, uma simplificação que compromete a imponência do clássico.

O debate, no fim, revela algo maior — a tensão entre nostalgia e reinvenção, uma linha tênue que a Hasbro precisa equilibrar ao modernizar conceitos amados por gerações de fãs.
Confira a seguir a revisão do Combiner Menasor feita no Canal Marco Reviews — uma análise completa que destaca os principais diferenciais e detalhes de engenharia da figura. O vídeo aprofunda-se na montagem do conjunto, mostrando como cada Stunticon se conecta de forma precisa ao esqueleto central, além de explicar as diferenças entre esta versão e as anteriores, tanto em escala quanto em fidelidade ao design original da animação dos anos 80.
Para quem deseja acompanhar análises detalhadas, comparativos e demonstrações práticas de outras figuras, o Canal Marco Reviews oferece conteúdos completos e constantemente atualizados sobre os novos Combiners e demais lançamentos Transformers.
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