26 de mai de 2012

Quando tudo começou: Os primeiros quadrinhos de Transformers no Brasil

Créditos:
Fonte/Imagens: Aliança Transformers Brasil (Texto original com adaptações: Luna
Saudações Cybertronianas...

Capa do 1º Gibi [Rio Gráfica]
Na semana em que comemoramos o DIA DO ORGULHO NERD (25 Maio 2012) nada mais do que justo do que ser feita uma matéria especial sobre a chegada dos Transformers no Brasil.

Em 1985 foi lançado nos EUA, pela Marvel Comics a revista em quadrinhos Transformers - que viria a se tornar um dos ícones infantis da década de 80 - mas chegando aqui em formato gibi pela editora Rio Gráfica (Novembro/1985 a Outubro/1986), num total de 12 revistinhas. Embora, a maior parte dos nomes que conhecemos hoje tivessem sido alterados pelos tradutores brasileiros da editora Rio Gráfica, no intuito, de melhor serem aceitos e fixados pelo público infantil da época.


Capas do 2, 3º e 4º Gibis [Rio Gráfica]

Capa do 5º Gibi [Rio Gráfica]
Os Autobots foram chamados OPTIMUS e os Decepticons receberam a denominação de MALIGNUS. Já os Dinobots receberam o nome de ROBODINOS. Bumblebee era conhecido nas revistinhas como FURÃO e o líder Optimus Prime fora chamado de SUPREMUS ABSOLUTUS. E as bizarras traduções e adaptações chegaram até outros personagens, como: Ratchet [TRINCO], Ravage [SELVAGEM], Cliffjumper [SALTADOR], Prowl [ESPREITADOR], Brawl [BRIGÃO], Hound [RASTREADOR], Laserbeak [BICOLASER], Shockwave [ONDA DE CHOQUE], Gears [ENGRENAGEM], Buzzsaw [SERRA]; e até mesmo aos personagens humanos Buster Witwick [BUSTER CENTELHA] e "Sparkplug" Witwicky [BOB CENTELHA]; dentre muitas outras.

Capas do 6, 7º e 8º Gibis [Rio Gráfica]
Capas do 9, 10º, 11º e 12º Gibis [Rio Gráfica]

Capa do 1º Gibi [Globo]

A editora Globo, posteriormente em 1987, assumiu o título, lançando Transformers Especial, numa série de 10 revistinhas, que correspondiam as revistas em quadrinhos norte-americanas do 13º ao 32º número. Nesta editora Transformers recebeu, então, a "tradução" definitiva de seus personagens, muitos dos quais foram reapresentados com seus nomes originais em Inglês.

Capas do 2, 3º e 4º Gibis [Globo]
Capas do 5, 6º e 7º Gibis [Globo]
Capas do 8, 9º e 10º Gibis [Globo]
Sem sombra de dúvidas a década de 80 foi um período único para a Cultura NERD. E o legado deixado por ela, tem alimentando todo o tipo de indústria ligada ao Colecionismo e a "fantização" nestas duas primeiras décadas do século XXI.

O Blog Transformers Dioramas pesquisou nos sebos do centro antigo de São Paulo e num deles recebemos a informação de que talvez existam alguns - mas não todos - desses raríssimos exemplares em seus estoques e que seríamos informados caso realmente estejam por lá.

Fonte/Imagens: Aliança Transformers Brasil (Texto com adaptações: Luna
Imagens: Cesar Cappellozza

7 comentários:

COLOSSUS disse...

Saudades, saudades. Tive algumas dessas revistas, era fascinado pela Rompe-Circuitos.

Kitamura disse...

Boa matéria! Merece ser aprofundada!

W.Alex.Silva disse...

Também tenho muitas saudades da minhas revistinhas, Colossus... ^^ E por certo, Kitamura esta matéria merece uma continuação... Vou pesquisar mais para poder trazer "novas" informações... Obrigado pelos comentários e um grande abraço!!!

CINE31 disse...

Muito interessante! Em Portugal só foram publicados 18 números, e só a partir de 1990! Mencionei este artigo no meu blog de Transformers: http://transformerstugatron.blogspot.com/2012/05/transformersno-brasil.html

Abraço!

W.Alex.Silva disse...

Nossa somente 5 anos depois??? Que informação interessante vc nos trouxe CINE31!!! ^^ Muito obrigado pela menção em seu blog... O achei muito legal! Parabéns e sucesso!!!

CINE31 disse...

Obrigado e igualmente, já sigo o T Dioramas há bastante tempo :D

Evo disse...

Eu sempre achei essas adaptações nacionais podres. Em 1986 eu tive o álbum de figurinhas dos Transformers e as ilustrações e nomes impressas nas páginas não correspondiam em nada com as figurinhas e o próprio desenho animado. Uma bagunça, mas nada novo. Peter Parker, na década de 1970 foi chamado de Pedro Prado! E Louis Lane (que podia ser Luísa Lane) virou Míriam Lane. Smallville virou Pequenópolis. O negócio é que hoje temos uma época de modernidade verdadeira, qualquer molequinho de seis anos vai e volta no inglês sem problemas (e sem ferir a "identidade nacional", como quer meia dúzia). Imagine se começássemos a, por outros motivos, chamar mouse de computador de "rato" -- como é em Portugal, hoje em dia? Muito feio.

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